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Casos Clínicos

Úlcera de bulbo duodenal

Artigo por Rafael Bitar e Christiane Soares Poncinelli em 05/05/2014

Residentes: Dr. Rafael Bitar

Preceptora: Dra. Christiane Soares Poncinelli

Clínica: Biogastro

Caso: VBC, 60 anos, fem.
Encaminhada para colonoscopia (rastreamento) e endoscopia digestiva alta (Dispepsia: epigastralgia e flatulência). Primeiro exame.
Hígida, sem outras queixas.
Exames laboratoriais:
Hb 13,6g/dl Htc 42,6% VCM 85,8

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Casos Clínicos

Lesão de Dieulafoy

Artigo por Dr. Ricardo Fortes Monteiro de Castro em 02/03/2020

Autor: Dr. Ricardo Fortes Monteiro de Castro

Preceptores: Dr. Paulo Fernando Souto Bittencourt, Dr Felipe Alves Retes. Dr. Luiz Ronaldo Alberti, Dr. Edivaldo Fraga Moreira, Dra. Patrícia Coelho Fraga, Dr. Rodrigo Cambraia Marques

Hospital: Felício Rocho

CASO:
P.S.O, feminino, 41 anos, técnica em enfermagem;

História da moléstia atual: Paciente previamente hígida, compareceu à consulta com o gastroenterologista em 20/01/2020, com relato de início de diarreia e fezes enegrecidas desde o dia 18/01/2020, encaminhada ao pronto-atendimento do Hospital Felício Rochopor hematêmese volumosa associada a sudorese profusa e dor precordial. Histórico de H.Pylorinão tratado em janeiro de 2019. Nega abuso de AINES.

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Casos Clínicos

Coledocolitíase

Artigo por Dra. Cintia Domingues Bernardes em 02/03/2020

Autor: Dra. Cintia Domingues Bernardes

Preceptores: Dr. Wander Campos Marcos

Hospital: Lifecenter

CASO:
C.A.P., 85 anos, feminino.•
HPP:
– HAS e FA crônica

– Em uso de Metoprolole Xarelto.

– Colecistectomiaconvencional em 2014 (Ponte Nova)

>> Pancreatite aguda leve

>> Dreno trancístico/percutâneo por 1 mês.

HMA:

– Dor abdominal há 3 meses (Dez/2019)

– Icterícia, colúriae acoliafecal há 20 dias

– Alterações laboratoriais (BBD 6,3 / FA 456 / GGT 767)

– Anticoagulaçãosuspensa

– Sem outros sintomas.

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Tratamento endoscópico da pancreatite necro hemorrágica

Artigo por Dra. Marianna Correa de Carvalho em 02/03/2020

Autor: Dra. Marianna Correa de Carvalho

Preceptores: Dr. Rodrigo Roda, Dr. Carlos Alberto Freitas e Dr. Roberto Gardone

Hospital: Mater Dei

CASO:

Paciente, sexo masculino, 45 anos, natural de Itaúna (MG).

Admitido na cidade de origem no dia 25/10 com quadro de pancreatite biliar aguda.

Evoluiu com piora do quadro e exame de imagem evidenciou áreas de necrose em cabeça do pâncreas.

Optado por transferência para Belo Horizonte.

Admitido no hospital MaterDei Contorno dia 03/11.

Realizado Colangio RM, que evidenciou edema pancreático associado a necrose extensa e coleções líquidas perigástricas.

Paciente desenvolveu um quadro de colestasesecundário a compressão extrínseca da via biliar pelas coleções.

BD 15/11: 4,05

Dia 16/11, paciente foi submetido a uma tentativa de CPRE. Não foi possível canulara via biliar mesmo após realização de précorte devido a distorção anatômica secundária a pancreatite.

Solicitado nesse momento a drenagem ecoguiadadessas coleções, contudo tal procedimento foi contra-indicadonesse momento pois quadro evoluiahá menos de 4 semanas e paciente encontrava-se estável.

Contudo, mesmo não tendo sido drenada a via biliar, o paciente evoluiu com queda importante da bilirrubina direta.

BD 18/11: 0,59

Acreditou-se que o précorte havia sido efetivo para a drenagem da via biliar

No início de dezembro, paciente recorreu com quadro de colestase.

03/12: BD 5,6

Repetida a Colangio RM que evidenciou compressão extrínseca da via biliar causada por coleções peri-pancreáticas.

Foi então solicitada a equipe de endoscopia que avaliasse uma nova CPRE para drenagem da via biliar.

No dia 05/12, uma nova CPRE foi tentada. Contudo devido a distorção anatômica, não foi possível realizar o procedimento.

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Miotomia endoscópica peroral (POEM) para tratamento de esôfago Jackhammer (esôfago em britadeira) refratário ao tratamento com toxina botulínica

Artigo por Dra. Bruna Marianelli e Dr. Perdro Nogueira em 02/03/2020

Autor: Dra. Bruna Marianelli e Dr. Perdro Nogueira

Preceptores: Dr. Walton Albuquerque

Hospital: Madre Teresa

CASO:
•P.C.B, 76 anos
•Quadro de dor torácica, associado regurgitação e disfagia há 8 anos com piora no último ano associado a emagrecimento de 9kg em 3m e sintomas diários. ECKART ESCORE de 8 pontos.
•HPP: dislipidemia, HAS, bronquite asmática.
•Refratariedadeao tratamento clínico medicamentoso e com toxina botulínica (julho 2019), apresentou melhora de 50%
•Sorologias para Doença de Chagas negativas
•MAR dia 04/04/19 E 09/09/19 (após toxina botulínica): vigor elevado da contração do corpo (britadeira), com função neuromuscular preservada (peristalse), EEI normotônicoe JEG tipo II (herniade hiato).
•14/09/19: POEM

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Volvo de sigmoide: manejo endoscópico

Artigo por Dr. Guilherme Massote Fontanini em 01/07/2019

Autor: Dr. Guilherme Massote Fontanini

Preceptores: Dra. Enilcede Oliveira e Dr. Walton de Albuquerque

Hospital: EPSEMG

CASO:

I.P.S., sexo feminino, 68 anos, proveniente de Paracatu-MG.
Sem comorbidades conhecidas.
Clínica:
19/06: Dor e distensão abdominal + parada de eliminação de fezes e flatos
20/06: Admissão no Hospital do IPSEMG àabdome distendido, timpânico, sem sinais de irritação peritoneal.
Exames laboratoriais sem alterações.
Exame radiológico.

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Esteonse de esôfago pós dissecção endoscópica de submucosa (esd)

Artigo por Dra. Bruna Marianelli e Dr. Pedro Nogueira em 01/07/2019

Autor: Dra.Bruna Marianelli e Dr. Pedro Nogueira

Preceptores: Dr. Walton Albuquerque

Hospital: Madre Tereza

CASO:

M.G.M , 68 anos, feminino, aposentada
Dorepigástricapersistentenosúltimosmeses

11/12/18: EDA: CCE superficial de esôfagomédio, 0-IIb
HPP: mastectomia há25 anos com QT+ RT, osteoporose, ICC, HAS, dislipidemia, doença celíaca
HS: negaetilismoe tabagismo. Sedentária

Exames complementares: TC cervical, tórax, abdome: semalterações significativas

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Adenoma esofágico em paciente pós gastroplastia redutora

Artigo por Dra. Raquel Apocalypse em 01/07/2019

Autor: Dra.Raquel Apocalypse

Preceptores: Dr. Wagner Campos

Hospital: Lifecenter

CASO:

Masculino, 46 anons
HPP: Nega uso regular de medicamentos
HS: Nega tabagismo ou etilismo
HPP
2011: Gastroplastia redutora a Fobi-Capella
2015: Reganho de peso >> Fístula gastro-gástrica >> Gastrectomia do estômago excluso com novo bypass
2019: Adenocarcinoma de transição esôfago-gástrica
8/3/2019: Gastrectomia total + esofagectomia distal + jejunostomia
15/3/2019: Empiema pleural e mediastinite >> toracoscopia + drenagem pleural em selo d’água

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Casos Clínicos

Tratamento endoscópico de fístula pós-gastrectomia vertical (Sleeve)

Artigo por Dra. Michelle S. Garcia em 03/06/2019

Autor: Dra. Michelle S. Garcia

Preceptores: Dr. Rodrigo Albuquerque Carreiro

Hospital: Instituto Biocor

CASO:
•Fístulas após cirurgia bariátrica está associado a alta morbimortalidade e permanece um desafio interdisciplinar.

•Reoperaçãoé geralmente mal sucedida por causa dos tecidos inflamatórios circundantes e bordas isquêmicas.

•Infelizmente, o sucesso dos Stentsmetálicos auto-expansíveis(SEMS) é variável e está relacionado à morbidade e mortalidade significativas, principalmente devido a náuseas, vômitos, salivação, desconforto retroesternal e migração.

•A prótese pigtailem fístulas de gastrectomia pós-sleeve, é eficaz, melhor tolerado, exigindo menos procedimentos por paciente, e com menor tempo de cicatrização do que o SEMS coberto. (Pequignotet al. )

•O pigtailage como um corpo estranho na cavidade, promovendo sua reepitelização, ao mesmo tempo drenagem da coleção infectada, como demonstrado também no exame endoscópico para tratamento de pseudocistospancreáticos.

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Casos Clínicos

Tratamento endoscópico do divertículo intraluminal duodenal (“divertículo de windsock”) com diverticulotomia

Artigo por Dra- Layce A. C. Teixeira em 03/06/2019

Autor: Dra. Layce A. C. Teixeira

Preceptores: Dr. Felipe Retes/ Dr. Luiz Ronaldo Alberti

Hospital: Felício Rocho

CASO:

-Feminino, 19 anos;

-Vinte dias evoluindo com náuseas, vômitos incontroláveis e perda ponderal. Necessidade de nutrição parenteral total;

-Endoscopia digestiva alta – Grande divertículo intraluminal na segunda porção duodenal, ocupando parcialmente o lúmene com um pequeno orifício em sua porção distal;

-A papila duodenal foi identificada proximal ao divertículo;

-Diverticulotomia endoscópica foi a conduta de escolha após discussão multidisciplinar.

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